sábado, 29 de março de 2014

Ponte Vasco da Gama, Lisboa

Parece que a Ponte Vasco da Gama faz hoje, 29 de março, de 2014, 16 anos!
A última vez que a atravessei foi hoje mesmo, mas foi pura coincidência.

A Ponte Vasco da Gama é uma ponte sobre o rio Tejo, na área da Grande Lisboa, ligando Montijo e Alcochete a Lisboa e Sacavém.

Início da construção: setembro de 1996

Comprimento total: 17.200 m
Inauguração: 29 de março de 1998
Maior vão livre: 420 m
Altura: 155 m
Fica o registo pela minha perspetiva





Fotografias minhas 

sexta-feira, 28 de março de 2014

490 Taberna STB

Mais um cantinho que experimentei com a "tribo" - 490 a Taberna STB.

Foto da página no Fb 490 Taberna STB



Os petiscos

 Queijo Gratinado

Bolinhas de Alheira

 Cogumelos recheados


Choquinhos

quinta-feira, 20 de março de 2014

O Teu Olhar

O Teu Olhar
Passam no teu olhar nobres cortejos, 
Frotas, pendões ao vento sobranceiros, 
Lindos versos de antigos romanceiros, 
Céus do Oriente, em brasa, como beijos, 

Mares onde não cabem teus desejos;
Passam no teu olhar mundos inteiros,
Todo um povo de heróis e marinheiros,
Lanças nuas em rútilos lampejos;

Passam lendas e sonhos e milagres!
Passa a Índia, a visão do Infante em Sagres,
Em centelhas de crença e de certeza!

E ao sentir-se tão grande, ao ver-te assim,
Amor, julgo trazer dentro de mim
Um pedaço da terra portuguesa!

Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"

Fotografia @ Fernanda Ledesma - março 2014

sábado, 15 de março de 2014

Em Cascais

Em Cascais, no Congresso Nacional dos Centros de Formação, aproveitei para fazer alguns registos, até porque este dia poderá ficar na minha memória por muito tempo.

Casa das Histórias Paula Rego em Castais um local magnifico, que parece retirado de um conto de fadas.

 Cascais

 Cascais


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Poesia

Ai deixa, deixa lá que a Poesia
no perfume das flores, no quebrar
das ondas pela praia,
na alegria
das crianças que riem sem porquê
— deixa-a lá que se exprima, a Poesia.

Fica sentado aí onde estás, Poeta,
e não mexas os lábios nem os braços:
deixa-a viver em si;
não tentes segurá-la nos teus braços,
não pretendas vesti-la com palavras...

Se a queres ter,
se a queres sempre ver pairando à flor das coisas, fica aí
no teu cantinho, e nem respires, Poeta, e não te bulas,
p'ra que ela não dê por ti.

Não a faças fugir, toda assustada
com a tua presença...
Deixa-a, nua, pairando à flor das coisas,
que ela não sabe que a viste,
nem sabe que está nua,
nem sequer sabe que existe...

Sebastião da Gama - Serra-mãe

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Banrez(es)


Uma aldeia, segundo as pesquisas, foi constituída em 1320 por uma comunidade cristã e que mais tarde foi vítima de uma epidemia que provocou o êxodo total da comunidade, que se deslocou para as aldeias mais próximas, tendo o último habitante abandonado a aldeia acerca de 35 anos, hoje, observa-se no local, um vale e um conjunto de ruínas à vista... mas ainda assim, paisagem deslumbrante de se ver. 

Para se chegar a este lugar encantado por lendas e memórias que dariam certamente para escrever uma série de aventuras, segue-se pelo caminho em terra batida, junto ao Santuário de Santo Ambrósio. Conforme se avança no caminho, surge à vista um vale, circundado por montes e algumas ruínas, todos estes elementos se abraçam em perfeita harmonia na paisagem. 

Entre as ruínas encontramos a igreja, à volta da qual foi criada uma lenda que contava que “haveria uma cobra que deixava a pele na igreja e ia beber ao rio”. Ora imaginado à letra a cobra deveria ter pelo menos uns 300 ou 400 metros. Mas não era bem este o significado – era mesmo só para assustar miúdos curiosos. 
Junto ao Rio Azibo encontramos as ruinas dos velhos moinhos e das casas dos moleiros. O moleiro que morava junto à ponte era então o bisavô João José Cavalaria, ali criou os seus 7 filhos(6 Filhas e 1 filho – Olímpia(minha avó), Herculano, Aurora, Maria de Lurdes, Carmen, Deldina , Céu e Herculano) que segundo, se conta, seriam dos últimos a sair deste lugar. 

Mas haverá lendas para todos os gostos, perspetivas e à moda de cada contador … esta será a minha perspetiva, recontada pelas histórias que ouvia contar quando era miúda.